Autor: Carol Santos

YouTuber canadense defende discurso de ódio contra obesos

YouTuber canadense defende discurso de ódio contra obesos

Nicole Arbour, YouTuber de 30 anos, publicou em sua conta um vídeo de seis minutos onde ela denigre e ofende obesos, entitulado “Dear Fat People”, do inglês “Queridos Gordos.” Neste vídeo, a mulher diz que “fatshaming” (ou gordofobia) deve ser estimulado, afim de que as pessoas obesas sintam vergonha e desconforto o suficiente para começar a emagrecer e evitar o que ela chama de “maus habitos”.

Gordofobia não existe. É algo que os gordos inventaram. É tipo gritar racismo pra uma questão que não involve racismo. Aí a pessoa fala, “é, mas eu não coube dentro de uma loja, isso é discriminação.” Hm, não. Isso só significa que você é muito gordo, e que deveria parar de comer.”

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Metal Gear Solid V e o estereótipo personificado

Metal Gear Solid V e o estereótipo personificado

Primeiramente, preciso dizer que desde a infância sou muito fã da série Metal Gear Solid. Snake é um dos meus personagens favoritos e eu simplesmente adoro aquela jogabilidade, sou muito fã de jogos stealth. Segundamente, também é necessário que eu te informe, queridx leitorx, que eu não joguei Metal Gear Solid V ainda. Por falta de tempo, por falta de dinheiro. Todo mundo sabe como games estão caros aqui no Brasil, mas isso é assunto pra outro post. Minhas opiniões sobre o assunto aqui tratado são referentes ao que eu li sobre Quiet, aos vídeos que assisti, e sobre o merchandising da personagem. Vamos lá então?

Vale lembrar que, apesar de eu não ter jogado MGS V, existe alguns spoilers brandos sobre a personagem aqui nesse post. Esteja avisado, marujx!

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Life is Strange: Meninas investigando crimes contra meninas

Life is Strange: Meninas investigando crimes contra meninas

Atenção: Este post possui spoilers de até o quarto episódio de Life is Strange. Square-Enix publicou um game interativo chamado Life is Strange em 29 de janeiro de 2015. Decidiram que o game seria dividido em 5 episódios publicados a cada dois meses. 7 meses depois, com 4 episódios já publicados, Life is Strange é com certeza um dos games feministas mais relevantes da atualidade. Mas do que se trata Life is Strange? Como eu já havia postado em outro blog, o Junta 7, Life is Strange é centralizado na vida de Max Caulfield, uma estudante de fotografia que ganha do nada a habilidade de rebobinar o tempo. Isso mesmo, da mesma forma que voltávamos alguns segundos em um filme VHS, Max possui esta ferramenta na vida real, possibilitando a análise de fatos e uma segunda chance na retomada de decisões. Continuar lendo “Life is Strange: Meninas investigando crimes contra meninas”

Por que 2015 precisa de um protagonista de 1997?

Por que 2015 precisa de um protagonista de 1997?

Este post contém spoilers. Final Fantasy VII é um JRPG clássico e conhecido por qualquer gamer, tendo ele jogado ou não. Foi lançado pela primeira vez em 1997 e relançado para PC, relançado para PSP, para PS3, PS4 e agora será completamente refeito, com gráficos belos e atuais, tais quais usados pelos games mais recentes da última geração, como Last of Us e Destiny, jogos conhecidos pela sua beleza. Um remake era pedido por parte dos fãs desde meados de 2007, quando a produtora lançou um vídeo de como Final Fantasy VII seria se tivesse sido feito para PlayStation 3. Desde a revelação do remake em junho deste ano, na E3, o vídeo do trailer foi visualizado por volta de 11,000,000 vezes em duas semanas. Existem vídeos de 4 a 7 horas de fãs reagindo ao anuncio, com muita gritaria e alegria. Mas qual é a razão deste hype? Qual é a razão de um game de 18 anos ainda provocar euforia? Porque ele foi um marco na história?Pelo seu enredo e, mais importante, pelo seus personagens principais. Em específico, o protagonista da série, Cloud Strife. Podemos ver as costas de Cloud no trailer, e esta cena de pouco mais de 3 segundos gerou tamanha alegria aos fãs que é praticamente imensurável.

Reação do GameTrailers ao perceber que era um remake
Reação do GameTrailers ao perceber que era um remake

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A Evolução da E3: Mulheres nos Games

A Evolução da E3: Mulheres nos Games

A indústria de games vem enfrentando dificuldades em lidar com seu público feminino, que a cada ano cresce mais. Segundo o The Guardian, 52% dos gamers são mulheres. Se estão jogando Kim Kardashian: Hollywood ou Call of Duty, a pesquisa não especifica. Mas mesmo assim, um público que era de 49% três anos atrás cresceu 1% ao ano. Um dado assim não deveria ser ignorado, deveria? Continuar lendo “A Evolução da E3: Mulheres nos Games”