Categoria: Cinema

Hey femininja! Mad Max: Fury Road é o filme que você estava esperando!

Quem diria que, um dia, um filme blockbuster de ação irritaria um grupo de “direitos dos homens”? Pois bem, femininja linda, existem vários motivos para você ir assistir esse filme, então vai lá e depois vem pra cá ler o post e a gente conversa! (Spoiler: esse filme passa no Teste de Bechdel, fala sobre capacitismo e união de mulheres, OLHA SÓ QUE LINDEZA)

Em aspectos gerais, eu achei Mad Max: Fury Road (que eu vou só chamar de Mad Max) um dos filmes mais espetaculares que eu já vi na minha vida. É um filme que te deixa apreensivo do começo ao fim, e para mim, ele redefine o que é considerado um filme de ação (Mercenários, agora, é um filme de criança). O ritmo dele é muito intenso, com algumas pausas entre as cenas de ação para você poder respirar um pouco, porque enquanto essas cenas estão rolando… você não respira, não tira o olho da tela e tenta absorver ao máximo aquela loucura toda de um mundo pós-apocalíptico que tudo o que importa é água, combustível e balas. Todas as cenas de combate são regadas com muitas explosões, carros, areia e… personagens femininas fortes.

Personagens femininas fortes? Foi isso o que ela disse, produção? Foi sim senhora!

max

O plot básico da história é bem simples: a Imperatriz Furiosa, da Cidadela onde há água, é incubida de buscar combustível e munição em outras cidades. Só que, em vez de fazer isso, ela esconde as cinco esposas de Immortan Joe (o vilão e “rei” da Cidadela) dentro do caminhão de guerra, a fim de salvar as meninas das garras do tirano que as usava unicamente como parideiras. O Max entra no meio disso tudo não como um personagem principal, ou como o herói aventureiro que vai salvar todas as mulheres desse filme, mas sim como uma testemunha e um ajudante.

ATENÇÃO: A PARTIR DAQUI, HAVERÃO SPOILERS. SE PRETENDE MESMO VER O FILME, CONTINUE DEPOIS.

Vou começar dizendo que esse filme passa com folga no Teste de Bechdel. Durante o filme, há um lampejo de romance, no qual uma das princesas (Splendid, a ruiva) tem um leve namorico com um Warboy (Nux), mas em nenhum momento isso é discutido. Todas as mulheres ali entendem que cada uma tem autonomia sobre si própria, e nenhuma delas tentou dissuadir Splendid de seu pequeno relacionamento com um dos garotos de Immortan Joe. E a importância do romance para o filme não é para ser “bonitinho” ou atrair mulheres para o cinema (como foi feito na trilogia O Hobbit), mas sim para, no final, evidenciar o quanto Nux ainda estava preso à sua religião maluca e suicida: afinal, a única pessoa para quem ele pode pedir para testemunhá-lo é Splendid.

À primeira vista, as princesas parecem frágeis e amedrontadas. Afinal, é isso que Hollywood nos ensinou, certo? Se a mulher é bonita e feminina, ela deve ser frágil. Só que não! Apesar de elas terem precisado da ajuda de Furiosa para escaparem, em todo momento elas estão participando ativamente de todo o processo, seja recarregando armas, vigiando a retaguarda, ajudando a cuidar do caminhão e também cuidando umas das outras. Esse filme ressalta algo muito importante que têm se enfatizado muito no feminismo que é a união das mulheres. Em Mad Max, todas elas se unem em prol da fuga e, posteriormente, com as Vulvalinis, em prol da sobrevivência. Mesmo quando uma fraqueja, a outra a ajuda; quando uma está na mira de uma pistola, outra a proteje. E isso, jovens, é lindo.

princesas

Outro questão apontada em Mad Max é o capacitismo. A Imperatriz Furiosa não tem o antebraço e a mão, e usa uma prótese. Uma das esposas de Immortan Joe, Angaharad, está grávida. Mas isso não as impede de nada. Furiosa tem uma cena espetacular de combate corpo-a-corpo com Max na qual ela está sem o seu braço mecânico, e mesmo assim ela avança a fim de defender tudo aquilo que ela já havia conseguido até aquele momento. Ela não tem medo e ela não hesita, mesmo em desvantagem. Idem para Angaharad; afinal, não é porque ela está grávida que ela não vá lutar pela sobrevivência. Inclusive, o que resulta na morte da personagem não é sua gravidez ou qualquer outro aspecto de fragilidade que ela possa estar passando por conta disso, e sim o tiro de raspão que ela leva de Max pouco depois de encontrá-lo pela primeira vez.

carro

Por último, mas não menos importante, a representação da masculinidade é “enaltecida” pela religião maluca criada por Immortan Joe. Afinal, todos que tivessem uma morte gloriosa iriam para o Valhala, onde haveria um McBanquete. Contudo, o que o filme mostra é que todo esse enaltecimento de masculinidade só gera um comportamento auto-destrutivo e suicida, que é mais provável que acabe em uma destruição de todos os homens presentes ali.

Enfim, se depois de tudo isso, você ainda acha Mad Max mais ou menos, ou não entendeu, ou está achando que o filme não tem história… bem, eu vou tomar a liberdade de dizer que você não é uma pessoa confiável. Esse filme é simplesmente incrível e me fez chorar diversas vezes, não porque é dramático ou triste, mas porque durante vários momentos eu entendi o olhar da Imperatriz Furiosa. Entendi o quanto dói sobreviver em um mundo cheio de barbárie liderado por tiranos. Entendi como não é fácil, mas que a carga é nossa, e a gente manipula ela do melhor jeito possível, seja com um caminhão de guerra ou escrevendo em um blog ❤


Usei esse texto aqui como fonte! 

A culpa é sempre da vítima

A culpa é sempre da vítima

Pelo título acima, eu poderia falar de estupro. Mas não é algo tão sério assim. É só mais um caso onde a culpa pode ser de qualquer um, menos da vítima em questão.

Há um tempo eu vi a seguinte notícia: “Marvel culpa ‘Elektra’ e ‘Mulher-Gato’ por falta de filmes de heroínas”. Fiquei com vontade de jogar a minha cabeça contra a parede. Tem tanta coisa errada aí que eu nem sei direito por onde começar.

Primeiro de tudo: por que diabos vocês culpam as heroínas em si, em vez de culparem quem fez o filme mal feito? Vocês tem toda uma equipe, desde diretores e produtores até o infeliz que deu a idéia do filme, para culparem. Mas é claro que a culpa vai cair aonde? No fato do filme ser sobre uma heroína/vilã, no feminino. Devemos admitir que Elektra, realmente, é uma péssima idéia: é uma personagem que não sustenta um filme sozinha, e ela veio simplesmente no embalo do velho filme do Demolidor. Mas Mulher-Gato? Dava pra fazer algo decente se quisessem. É uma personagem que, na minha opinião fecal, tem carisma sim com as mulheres, podendo ser algo muito além da presença feminina nos filmes do Batman.

Segundo de tudo: se, de acordo com o diretor executivo da Marvel, um filme fracassado de super-heroínas pode servir como justificativa para não haver mais tentativas, por que tivemos filmes depois de Batman & Robin e Demolidor? Ambos são péssimos, e mesmo assim, filmes de super-heróis continuam existindo e fazendo sucesso e atraindo público e etc e etc. Por que, me expliquem?

Terceiro de tudo (e isso é muito mais uma revolta pessoal do que uma razão de verdade): vocês pensaram um pouquinho na história do filme da Mulher-Gato? Porque, olha, é simplesmente muito clichê vocês colocarem uma super-heroína para lutar contra a indústra de cosméticos, hein.

Amigos, já passou o tempo que mulheres não gostavam de filmes de super-herói ou de quadrinhos. Hoje, vocês podem ir além de fazer um filme com heroínas atraentes somente para os homens (podemos citar Mad Max Fury Road aqui? ÓTIMO, porque já estou citando). Qual é o grande crime em agradar a outra parcela do público desses filmes que está ansiando por ser (bem) representada na tela?

Representatividade nas telas importa SIM! E não só algo hiper sexualizado ou menor perante os personagens masculinos: queremos mulheres que nos representem de fato. (É pedir muito? Eu acho que não.)

Eu sinceramente espero que Capitã Marvel e Mulher Maravilha estejam vindo aí como um pedido de desculpas. E o filme tem que ser muito bom pra gente ver se vai aceitar.

(Tradução da imagem: você não precisa do Coringa, Harley! Você nunca precisou! Você é muito boa para aquele gárgula! Ele usou você, te machucou, te recusou, te confundiu…)

50 tons de repúdio à violência doméstica e ao capacitismo

cinquenta-tons-de-cinza

Como mulher e feminista, me senti na obrigação de escrever uma crítica pontual em relação ao 50 tons de cinza, filme baseado no livro de mesmo nome.

E lendo as resenhas críticas e outros pontos de vista em relação ao filme, senti raiva. Porque em todo e qualquer texto a respeito, estavam carregados de machismo, capacitismo e culpabilização.
Mas antes de entrar nessas questões, já deixo claro que essa postagem é uma nota de repudio direta à resenha crítica escrita por Pablo Villaça e à carta de uma psiquiatra dizendo as razões para que você, leitora, não fosse ao cinema assistir a esse filme.
Vou ser direta. 50 tons de cinza não é um filme romântico, não se trata de uma história de amor. 50 tons de cinza não é tampouco, um filme sobre BDSM. É um filme sobre abuso psicológico, abuso físico. O perfil do personagem principal demonstra claramente um desequilíbrio.
Ele trata sua parceira como trata suas coisas. Ele precisa ter o controle de sua vida, saber cada um de seus passos e ter a certeza de que ela pertence apenas à ele.
Não difere muito do que vemos nos casos de violência doméstica por aí. Homem controlador, abusador, que tem surtos de raiva e bate na parceira. Situações semelhantes e sintomáticas de todos os casos de abuso que conheço. O que difere é que o cinema deu uma visão romantizada do que é o abuso, de forma que se passa quase que imperceptível aos olhos daquelas que não conseguem perceber que já viveram relações abusivas muitas vezes semelhantes.
E elas não são culpadas, porque nossa sociedade a todo tempo normaliza e padroniza esses comportamentos como sendo parte natural do instinto do homem, o que não é verdade.
Chamá-lo de monstro tampouco torna compatível com nossa realidade. Pelo contrário, dá a ele uma característica quase que caricata, afastando completamente daquilo que vemos diariamente. E bem sabemos que nós conhecemos alguma mulher que passou ou passa por situação de abuso psicológico e físico, portanto é sim, uma realidade bastante conhecida.
Tanto no texto de Pablo Villaça quanto na carta da psiquiatra, que andam circulando pela internet, a questão da saúde mental foram apontadas como fator predominante para que a Anastacia se envolvesse com Grey. E aí entra o que eu apontei como capacitismo e culpabilização.
O que é tido como uma pessoa emocionalmente estável? Quem, hoje em dia, é emocionalmente estável? E vou além na questão: Quem deveria ser realmente criticado? Ela que se envolveu por nitidamente ser uma jovem que se deslumbrou com a vida que ele leva e que difere muito da sua realidade, ou ele que é claramente um abusador psicológico?
Conheço muitas mulheres que sofreram abuso psicológico, e eu mesma já fui vítima, por um ex namorado. Eu estava apaixonada e não conseguia perceber que o que eu estava vivendo era terror psicológico, era abusivo e que eu não precisava me submeter a isso. Eu só fui perceber o que havia passado quando tive contato com o feminismo e vi relatos de muitas outras mulheres que haviam passado pela mesma situação que eu.
O abuso psicológico mina sua autoestima e sua capacidade de discernir os fatos.O meu abusador destruía minha autoestima me humilhando, fazendo com que eu desacreditasse nas minhas capacidades. E é a arma de muitos dos abusadores. Muitos deles usam gaslighting (tentativa de te fazer desacreditar o que está vivendo ou dizendo, de maneira a ter controle sobre você, minando seu psicológico) para controlar suas vítimas e fazer com que elas continuem se submetendo a esse tipo de abuso. O abusador psicológico te afasta das pessoas, pra que você não consiga sair dessa situação.
Dizer que uma mulher vivendo essa situação é psicológicamente estável é ser idiota. Mas acusar uma mulher que acaba entrando nessa situação de que seu psicológico é desestruturado e por isso ela se submeteu a isso é uma grande mentira.
Nenhuma mulher quer viver situações de abuso e não se submete a esse tipo de coisa porque quer. Os abusadores possuem artimanhas de tal maneira que não se consegue desvencilhar dessa situação, até que a vítima consiga perceber ou com a ajuda de alguém, ou sozinha (isso quando a vítima não morre) e saia disso.
Para fazer uma crítica contundente não é preciso usar de argumentos machistas ou capacitistas. Basta uma análise até que superficial da nossa sociedade que dita o que é do comportamento masculino e o que é do comportamento feminino, e os estímulos que cada um recebe desde o nascimento.
A mulher é ensinada desde a infância a se submeter a certos tipos de comportamento dentro de suas relações. A aguentar humilhações, comportamentos agressivos porque são tidos como normais. E é exatamente pela normalização dessa violência contra a mulher, que tantas de nós acaba se submetendo a relações violentas e abusivas.
Anastacia não era desequilibrada.

50 tons de cinza não é  tampouco sobre libertação sexual feminina. E mesmo quando falamos sobre libertação sexual feminina sempre tem um conceito machista embutido nisso que só favorece aos homens (e sempre relacionando com fetichização de lésbicas e bissexuais, sempre).
50 tons de cinza está longe de ser sobre o BDSM (e aí, deixo a problematização sobre certas práticas e fetiches pra uma outra hora).
50 tons de cinza se trata de, mais uma vez, a violência doméstica ser naturalizada.
Quando um homem controla a sua vida, com quem você se relaciona, o que você faz. Quando um homem sabe exatamente cada passo que você dá, é possessividade, e é abuso psicológico. Porque ele transforma a relação em um cárcere, e a mulher em uma presa que deve ser mantida sob sua custódia.
Quando vemos filmes como esse, naturalizando esse tipo de comportamento, é como se toda uma sociedade estivesse aplaudindo isso. E na verdade está, né. Porque esse tipo de coisa é normalizado há tempos, apenas tomou a proporção midiática.
A questão é que se fala muito desse filme, relacionando isso à libertação sexual feminina quando NÃO TEM RELAÇÃO ALGUMA com a libertação da mulher em relação à sexualidade, e menos ainda com sustentar o fetiche masculino. A libertação feminina independe do prazer do homem, o que o filme mostra claramente que é uma das únicas preocupações dele, satisfazer seus desejos.
Nossa sexualidade é ignorada. Nos ensinam a não nos tocar, a não nos descobrir porque é feio, vulgar, errado. E ai nos dizem que isso é uma forma de libertação sexual, de descobrir nossos fetiches.
Na verdade isso induz muita mulher a se relacionar dessa maneira porque acredita que talvez assim seu parceiro lhe dê prazer, porque relações abusivas e controladoras são normalizadas.
Tomem cuidado com esse discurso ”libertador”, nossa prisão é bem maior do que se vê.
Não construam seus gostos e subjetividades em algo que a mídia mostra o tempo todo, em algo que se constrói a partir do outro e não de você.

Para ler o texto original de Pablo Villaça: http://naofo.de/32tm

Para ler o texto da psiquiatra: http://naofo.de/32t3

Para entender sobre a normalização dos relacionamentos abusivos, leia esse texto complementar: http://womansplaining.com.br/2013/12/03/relacoes-abusivas-como-fomos-ensinadas-a-aceitar/

Amélia Autumn

Pornografia: Uma discussão

A pornografia é um tema bastante delicado de ser discutido nos meios feministas. Por que? Porque algumas correntes acham que não há problema na pornografia, e algumas outras correntes lutam contra.

Pesquisando sobre o assunto pude perceber que existe meio que um consenso geral dos motivos que levaram ao surgimento da pornografia e para quais finalidades.

A pornografia foi criada inicialmente para gerar prazer e levar/induzir à masturbação ou até mesmo ao ato sexual. O alvo? Os homens, principais produtores e consumidores dessa indústria que gera lucros altíssimos baseados na exploração da imagem e da sexualidade da mulher.

A pornografia objetifica o corpo da mulher, o explorando até a exaustão. Alimenta também uma indústria de tráfico de mulheres, que poucas pessoas sabem.
Dentro da pornografia existe um falso conceito de escolha. Contrato assinado você não pode dizer ‘isso eu não faço, aquilo eu não faço’, as industrias desse tipo de mercado se alimentam disso.
A pornografia molda o comportamento sexual. Instiga a violência e a falsa dominação da mulher, nada mais é do que a submissão velada para alimentar um fetiche masculino.

Tem também uma outra questão muito importante que é a imposição de um modelo de corpo ideal para a mulher. Ele molda conceitos e corpos e isso não é legal, porque isso mexe diretamente com a segurança sobre sua performance sexual, sobre a sua sexualidade, sobre como ela lida com o seu corpo.

Sei que esse é um assunto bastante polêmico e que terá uma grande repercussão talvez, mas o propósito dessa postagem é trazer essa discussão à tona e apresentar alguns argumentos bastante consistentes do porque a pornografia é nociva. Ao procurar leituras não-feministas  sobre o assunto pude ver o posicionamento de muitos autores de artigos científicos sobre a fetichização da mulher e a indústria pornográfica de que há uma exploração da imagem do corpo da mulher para trazer prazer ao homem.

Existem dados que comprovam que a pornografia alimenta uma indústria do tráfico de mulheres, da prostituição, das drogas…É uma indústria feita de falsas escolhas. É uma ilusão achar que quem está ali é uma Sasha Grey na vida. Nem todas escolheram estar ali porque gostam do que fazem e lidam bem com sua sexualidade.

Em um texto que li de psicologia, um estudo feito com homens em que um video comum e um video erótico eram exibidos, na parte do vídeo erótico as partes do cérebro que trabalhavam era a da motivação e da recompensa.

Fazendo uma análise social sobre a pornografia, é fato que isso influencia diretamente na sexualidade da mulher e na forma como ela lida com o seu corpo, o que eu pretendo descobrir com meu projeto de pesquisa é o quanto isso afeta e até onde  isso vai.

Me deparei com um texto que fala sobre um novo tipo de pornografia: A pornografia feminista. Eu sempre me questionei até que ponto essa nova forma de pornografia não seria nada mais nada menos do que o reflexo de uma indústria machista. Nesse tipo de produção, entra na discussão a questão do empoderamento da mulher, e existem algumas regras para a pornografia feminista: Ao menos uma mulher deve estar envolvida no processo de produção, a mulher tem que ser a figura principal e o prazer feminino é o mais importante. Por isso, um formato diferenciado dessa pornografia foi feito visando atender à sexualidade da mulher. A explorar esse prazer da mulher com seu próprio corpo e com x seu/sua parceirx.

Vou deixar linkado aqui o artigo que trata dessa questão da pornografia feminista e gostaria de levantar uma questão aqui: A pornografia é nociva?

Neste link você poderá fazer  o download do PDF. São 12 páginas de uma discussão bastante interessante e que leva à reflexão. Se alguém tiver interesse em ler a minha revisão bibliográfica sobre o assunto, posso passar também.

http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/article/view/507

Espero a manifestação de vocês sobre esse assunto tão complexo.

Amélia Autumn